Conheça os aditivos dos alimentos: dos mais prejudiciais aos de menor estrago na saúde

Conheça os aditivos dos alimentos: dos mais prejudiciais aos de menor estrago na saúde

As razões principais para se adicionarem químicos aos alimentos, é para lhes dar melhor aspeto, alterando a sua cor, e para os conservar e estabilizar. A maioria dos aditivos são compostos sintéticos, alguns dos quais com efeitos negativos reconhecidos na saúde. O mais grave é que se desconhecem as consequências a longo prazo do consumo de grandes quantidades de aditivos. Isto aplica-se em especial às crianças, cujos cérebros e corpos estão ainda em desenvolvimento. Por esta razão é melhor evitar todos os aditivos alimentares. Existem contudo aditivos menos nefastos do que outros. Os seguintes serão os que menor estrago na saúde terão:

– As cores E101 (vitamina B2), E160 (caroteno, vitamina A)

– Os antioxidantes E300-304 (vitamina C), E306-309 (tocoferóis, tal como a vitamina E)

– O emulsionante E322 (lecitina)

– Os estabilizadores E375 (niacina) e E440 (pectina)

Os que se seguem são substâncias nocivas e que em muitos casos não é possível dizer com certeza se estes alimentos poderão afetar negativamente a saúde física, mental e emocional das crianças.

Os 20 principais aditivos a evitar:

– E129 (Vermelho allura AC): é usado geralmente como corante alimentar, em snacks, molhos, conversas, sopas, vinho, cidra, etc. Evite-o se tiver asma, rinite e urticária.

– E123 (Amarante): corante alimentar usado em compotas, geleias e decorações para bolos. Foi banido nos EUA. Evite-o se tiver asma, rinite, urticária e outras alergias.

– E951 (Aspartame): usado geralmente como adoçante em snacks, doces, sobremesas, alimentos de «dieta». Relatos recentes mostram a ocorrência de dores de cabeça, cegueira, esclerose múltipla devido à toma de aspartame em doses elevadas e durante muito tempo.

– E210 (Ácido Benzóico): é usado normalmente como conservante em muitos alimentos, incluindo bebidas, produtos com pouco açúcar, cereais e carnes. Pode inibir temporariamente a função das enzimas digestivas. Deve ser evitado por quem tem problemas de alérgicos.

– E151 (Negro Brilhante): largamente utilizado em bebidas, molhos, snacks, queijo. Deve ser evitado por quem tem problemas alérgicos.

– E320 (Butil-hidroxianisol – BHA): largamente utilizado como conservante, especialmente em alimentos que contêm gordura, chocolates, carnes. A Agência Internacional para a pesquisa sobre o Cancro diz que o BHA é possivelmente um agente cancerígeno para os seres humanos. O BHA interage também com os nitritos para formar químicos conhecidos como mutagénicos, (i.e. que causam alterações no ADN das células).

– E213 (Benzoato de Cálcio):é um conservante em muitos alimentos, incluindo bebidas, produtos com pouco açúcar, cereais e carnes. Pode inibir temporariamente a função das enzimas digestivas e pode esgotar os níveis do aminoácido glicina. Deve ser evitado por quem tem alergias.

– E226 (Sulfito de Cálcio): largamente utilizado, principalmente como conservante, numa grande variedade de produtos –hambúrgueres, biscoitos, cogumelos, congelados. Podem causar problemas de brônquios, rubor na pele, pressão sanguínea baixa, sensação de formigueiro e choque anafilático.

– E226 (Glutamato Monossódico): é largamente utilizado para intensificar o sabor. As pessoas sensíveis ao glutamato monossódico já sentiram os seus efeitos, incluindo, ataques, dores no peito, pressão na cabeça, náuseas, sensações de ardor  e de tensão na face.

– E124 (Ponceau 4R): é largamente utilizado como corante. Aqueles que sofrem de asma, rinite ou urticária podem sentir um agravamento dos seus sintomas após consumirem um alimento contendo este corante.

– E249 (Nitrato de Potássio): usado como conservante em carnes curadas e enlatadas. São identificados três problemas de saúde principais: pode diminuir a capacidade de transporte de oxigénio do sangue; pode combinar-se com outras substâncias para formar nitrosaminas, que são cancerígenas e pode ter um efeito atrofiante nas glândulas supra-renais.

– E216 (Para-hidroxibenzoato de propilo, parabeno de propilo, parabeno): usado como conservante em cereais, snacks, patê, carnes e chocolates. Os parabenos têm sido identificados como causa de dermatite crónica em muitas situações.

– E954 (Sacarina e os seus sais de sódio, potássio e cálcio): largamente utilizado como adoçante, encontrado em produtos de dieta e sem açúcar. A Agência Internacional para a Pesquisa sobre o Cancro concluiu que a sacarina é possivelmente cancerígena para os seres humanos.

– E223 (Metabissulfito de Sódio): largamente utilizado como conservante e antioxidante. Pode provocar asma grave e potencialmente fatal.

– E221 (Sulfato de Sódio): conservante utilizado no fabrico do vinho e outros alimentos processados. Os sulfitos estão associados a ataques de asma.

– E512 (Cloreto de Estanho): antioxidante e agente de retenção de cor em alimentos enlatados e engarrafados e em sumos de fruta. Já foram relatados casos de envenenamento agudo após a ingestão de sumos de fruta contendo concentrações de estanho superiores a 250 mg/l – causa náuseas, vómitos, diarreia e dores de cabeça.

– E220 (Dióxido de Enxofre): largamente utilizado como conservante. As reações adversas mais comuns aos sulfitos são os problemas brônquicos, especialmente naqueles que têm tendência para a asma. Outros reações adversas podem incluir a hipotensão (baixa pressão sanguínea), rubor, sensações de formigueiro e choque anafilático.

– E110 (Amarelo-sol FCF): largamente utilizado como corante. Alguns estudos em animais indicaram atraso no crescimento e perda de peso grave.

– E102 (Tartarazina): largamente utilizado como corante amarelo nos alimentos. Pode causar reações alérgicas em cerca de 15% da população. Pode ser uma causa de ataques de asma e tem sido relacionado com a ocorrência da perturbação de hiperatividade em crianças.

Posto isto, se tem “E”, não é!

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